terça-feira, 1 de junho de 2010

Planeta realiza órbita ao redor de seu sol em menos de 18 horas

Uma nova análise realizada por cientistas nos EUA mostra que um planeta consegue dar uma volta completa ao redor de seu sol em menos de 18 horas. 

O planeta, chamado 55 Cancri e, já era conhecido por cientistas há vários anos. Ele possui uma massa muito maior que a da Terra e orbita uma estrela como o Sol. 

Pesquisadores do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica em Cambridge, em Massachusetts (EUA), descobriram que falhas em observações da órbita do planeta podem ter levado a conclusões erradas. 

Pensava-se que 55 Cancri e levava três anos para orbitar seu sol, SWEEPS-10. A nova análise, porém, indica que o planeta leva 17 horas e 41 minutos. 

Há indícios de que outro planeta no mesmo sistema possa realizar uma órbita em um tempo ainda menor, mas sua existência ainda não foi confirmada. 

Se um planeta pudesse completar uma volta ao redor do Sol (do sistema solar terrestre) a uma distância equivalente ao raio do Sol sem queimar, esse planeta levaria três horas para completar uma volta. 

Planetas orbitando astros mais compactos, como anãs brancas, pulsares e buracos negros, podem completar voltas em tempos menores, pois podem se aproximar mais desses objetos. Não há, contudo, confirmação da existência de planetas orbitando anãs brancas e buracos negros. 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/

Grande Colisor de Hádrons recupera-se de pane elétrica

O Grande Colisor de Hádrons, maior acelerador de partículas do mundo, recupera-se de uma pane elétrica ocorrida no fim de semana, informa o site da "BBC News". 

Segundo o Cern (Centro Europeu de Pesquisas Nucleares), organização responsável pelo funcionamento do colisor, os equipamentos só voltaram a operar nesta segunda (31) de manhã. 

A pane ocorreu na sexta após as 23 h (horário local) e pode ter sido causada por tempestades na fronteira entre Suíca e França, onde está localizado o túnel de 27 quilômetros de comprimento que abriga o colisor. 

O diretor de comunicações do Cern, James Gillies, disse à BBC News que novos feixes de partículas subatômicas não serão produzidos no colisor antes de quarta. 

Em novembro de 2009, uma pane também suspendeu as operações da máquina. Naquela ocasião, um passarinho teria deixado cair uma baguete sobre parte da fiação externa. 

O colisor, de US$ 10 bilhões, foi construído para permitir a choque entre prótons em níveis de energia nunca antes observados em condições experimentais. 

Por motivos de segurança, a intensidade dos feixes de partículas no colisor tem sido aumentada gradativamente nos últimos meses. 

Os resultados desse tipo de experimentos devem ajudar a elucidar princípios fundamentais do Universo, como a natureza da massa. 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Células-tronco criadas com técnica inédita

Paula Rothman, de INFO Online

Pesquisadores conseguem pela primeira vez criar células tronco humanas em um ambiente completamente controlado – livre da interferência de substâncias animais.
 
Esse feito é uma etapa crucial para que o material possa ser usado em testes clínicos.O método foi desenvolvido por pesquisadores do Karolinska Institutet, e foi publicado na Nature Biotechnology.
 
As células tronco embriônicas podem se transformar em qualquer tipo de célula do corpo e, justamente por isso, têm uso potencial para o tratamento em diversos casos – de câncer à regeneração de medula. 

Um dos problemas, no entanto, é que é muito difícil cultivar e desenvolver estas células sem contaminá-las. Atualmente, elas são criadas com a ajuda de proteínas de animas, o que descarta qualquer uso em tratamentos humanos. Uma alternativa seria criá-las em outras células humanas, mas isso liberaria milhares de proteínas nas amostras e, sem controle do que contaminou as células, seria impossível determinar se os resultados de testes são confiáveis.

Agora, a equipe de pesquisa do dr. Karl Tryggvason , do KI, conseguiu produzir células tronco humanas inteiramente sem o uso de outras células ou substâncias de animais. No lugar, eles usam uma única proteína humana chamada laminin-511.

Ela é parte do nosso tecido conectivo e age no corpo como uma base na qual as células podem se fixar. No embrião recém formado, a proteína também é necessária para manter as células tronco sob a forma de células tronco. Quando o embrião começa a desenvolver diferentes tipos de tecidos, outros tipos de “laminin” são necessários para os diferentes estágios.

Esta é a primeira vez que é possível reproduzir grande quantidade de células-tronco em um ambiente quimicamente definido. Os resultados abrem a possibilidade para a criação de diversos tipos de células e, consequentemente, podem ser testados para diferentes tipos de doenças.   

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia

Médico explica experiência de quase-morte

Paula Rothman, de INFO Online

Médico acredita ter encontrado a explicação para os relatos de pessoas que passaram por experiências de quase-morte.
 
Dr Lakhmir Chawla, da Universidade George Washington, nos Estados Unidos, notou a existência de um aumento na atividade cerebral dos pacientes pouco antes deles falecerem – o que é causado pela liberação de energia do cérebro quando ele fica sem oxigênio.

Isso explicaria, por exemplo, porque algumas pessoas que acordam após momentos de aparente morte descrevem luzes, sensações e visões.

Em um trabalho publicado no Journal of Palliative Medicine, o médico defende que essas sensações têm uma explicação biológica ao invés de mística ou metafísica.

Em um estudo conduzido no hospital da universidade, Dr Chawla e sua equipe usaram um eletroencefalograma para monitorar pacientes. O objetivo inicial da pesquisa era observar se os pacientes que sofriam de doenças terminais, como câncer, ou problemas crônicos, por exemplo, no coração, estavam suficientemente sedados para não sentirem dor.

No entanto, o aparelho constatou que momentos antes da morte os pacientes passavam por uma explosão de atividade no cérebro que durava de 30 segundos a três minutos. A atividade era similar à de pessoas completamente conscientes, mesmo que os pacientes parecessem adormecidos e não tivessem pulso. Pouco depois do aumento, eles foram declarados mortos.

Os médicos acreditam que, com a saída do sangue e a diminuição dos níveis de oxigênio, as células disparam um último impulso elétrico. Ele começa em uma parte do cérebro e se espalha em cascata, gerando uma rajada de atividade cerebral pouco antes da morte. Caso alguém passe por essa experiência mas acabe sobrevivendo, isso poderia explicar as experiências conhecidas como “quase morte” – como flutuar sobre o corpo, enxergar uma luz, ouvir coisas, etc... 

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia

Guatemala investiga cratera gigante em rua da capital

            Foto: AP

As autoridades guatemaltecas estão investigando a cratera gigante que se abriu no meio de um cruzamento da capital do país, Cidade da Guametala. No início, as autoridades anunciaram que as fortes chuvas causadas pela tempestade tropical Agatha teriam causado o buraco que engoliu um prédio de três andares, mas somente um estudo mais aprofundado irá determinar o que pode ter ocorrido.

No último mês de abril, uma outra cratera de grandes proporções também se abriu na região matando três pessoas.

As autoridades da Defesa Civil da Guatemala elevaram nesta segunda para 113 o número de mortos como consequência da depressão tropical Agatha, enquanto o número de desaparecidos chega a 54. Alejandro Maldonado, diretor da Coordenadoria Nacional para a Redução de Desastres (Conred), disse aos jornalistas que 59 pessoas sofreram ferimentos graves.

No entanto, as equipe de resgate, autoridades locais e moradores reportaram às rádios locais que encontraram corpos em meio aos escombros de casas que desabaram e soterradas por deslizamentos de terra provocados pelas chuvas. O relatório da Conred informa que 111.964 pessoas foram retiradas de suas casas, 29.245, transferidas para albergues temporários e 21.465 estão em regiões consideradas de risco.

Ainda não existem estimativas oficiais sobre a quantidade de casas destruídas, pontes e estradas colapsadas e perdas em plantações e infraestruturas. Embora as chuvas tenham parado em quase todo o país, as comunidades afetadas ainda não voltaram à normalidade, onde seus moradores se dedicam a resgatar seus entes queridos e a limpar os deslizamentos de terra.

Segundo o Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia e Hidrologia (Insivumeh), o sistema de baixa pressão Agatha "se desorganizou", podendo causar apenas chuvas ligeiras durante a tarde e a noite.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/

sábado, 29 de maio de 2010

Oceano vale mais do que petróleo

Mais quantas catástrofes ecológicas serão ainda necessárias para concluir que a exploração marítima de petróleo deve ser abandonada enquanto todas as condições de segurança não forem garantidas? Embora atrasadíssima, a decisão tomada anteontem pelo presidente Barack Obama de suspender novas prospecções de petróleo no Golfo do México, além de moratória de mais seis meses na costa atlântica, comprova que seu governo reconhece sérias falhas no processo de fiscalização, citando, inclusive, indícios de corrupção nas relações entre agências regulatórias e indústria do petróleo.

O alerta serve também para o Brasil.
Vinte de abril de 2010 entrou lamentavelmente para a História como o dia do mais grave vazamento de óleo dos Estados Unidos. Após 37 dias, ainda não se conseguiu estancar o derramamento em Deepwater Horizon, área onde se localiza a plataforma da British Petroleum (BP), no Golfo do México, no litoral dos estados de Louisiana, Mississippi e Alabama, que vinham duramente se recompondo dos enormes estragos causados pelo furacão Katrina, em 2005.
Os números são impressionantes: já são 85 milhões de litros de óleo despejados (podendo chegar a 340 milhões), comparados aos 40 milhões vazados do petroleiro “Exxon Valdez”, na região do Alasca, em 1989.

Pesquisas feitas pelo “New York Times” demonstram que o pior vazamento de óleo de todos os tempos ocorreu, em 1991, quando as forças militares iraquianas se retiraram do Kuwait e abriram os reservatórios, largando 2 bilhões de litros de óleo no Golfo Pérsico.

Que me desculpem os defensores da indústria petrolífera e da exploração do pré-sal, mas não podemos continuar destruindo nossos ecossistemas, fontes de riqueza e sobrevivência de futuras gerações, sem criar clara consciência ecológica e universal dos altos riscos envolvidos.

Esta visão imediatista das indústrias que requisitam cada vez mais matérias-primas, como o petróleo, para fabricar seus produtos deve ser reformulada gradualmente em busca de fontes de energia renováveis, que não causem danos graves à natureza ou à saúde. O fortíssimo lobby industrial acaba provocando o nocivo ciclo do lucro a qualquer custo sem que se invista previamente em estudos científicos e tecnológicos cada vez mais precisos para calcular os custos colaterais destas atividades petrolíferas, antes de serem autorizadas com rigoroso monitoramento.

O episódio do Golfo do México serve de advertência aos governos e candidatos à Presidência ansiosos em dividir o bolo das receitas antes mesmo de se deterem detalhadamente nas minúcias deste processo de exploração nas profundezas do nosso oceano.

Por um lado, as águas do Golfo do México são consideradas “máquina” de produção de alimentos altamente nutritivos. “Em 2008, as pescas comerciais de cinco estados americanos desta região produziram 590 mil toneladas de peixes e crustáceos avaliadas em US$ 661 milhões” (o equivalente a R$ 1,3 bilhão), informou a Agência de Proteção do Meio Ambiente dos EUA ao site americano Grist. Portanto, as perdas econômicas e sociais são incalculáveis a médio e longo prazos.

Por outro lado, as empresas petrolíferas sabem bem que as novas descobertas no fundo do mar representam o seu futuro. O Golfo do México produz um terço da produção dos EUA, o equivalente a 1,7 milhão de barris por dia, procedentes de mais de 3 mil metros no fundo do mar. Ao lado do Brasil e da costa ocidental da África, o Golfo é visto como promissora fonte de petróleo.

Seria uma ilusão acreditar que da noite para o dia poderíamos dispensar o combustível dos carros e renunciar ao petróleo como fonte principal de energia. Mas se as explorações não forem suspensas para análises e severas fiscalizações, como agiram os EUA, podemos chorar por novas catástrofes. E de nada adiantará multar as companhias por seus erros para tentar diminuir a responsabilidade porque os danos são, obviamente, impagáveis.

É bom lembrar que a avaliação dos dispositivos de segurança das nossas plataformas é feita exclusivamente pelas empresas petrolíferas (resolução 43/07 da Agência Nacional do Petróleo), fato extremamente preocupante.

Dia Mundial Sem Tabaco acontece em 31 de maio

O Dia Mundial Sem Tabaco será celebrado nesta segunda-feira, 31 de maio, com uma atenção especial para as mulheres. A Organização Mundial da Saúde (OMS) escolheu o tema “Gênero e tabaco com ênfase no marketing para mulheres”, com o objetivo de alertar sobre as estratégias que a indústria do tabaco utiliza para atingir as mulheres e os males que o cigarro causa à saúde e ao meio ambiente.

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) desenvolveu campanha com o slogan “Mulher, você merece algo melhor que o cigarro!”. As peças trazem a imagem de flores como um contraponto ao cigarro.

O INCA estima que o tabagismo seja responsável por 40% dos óbitos nas mulheres com menos de 65 anos e por 10% das mortes por doença coronariana nas mulheres com mais de 65 anos de idade. Uma vez abandonado o cigarro, o risco da doença cardíaca começa a decair – após um ano, reduz-se à metade e, após dez anos, atinge o mesmo nível de quem nunca fumou.

Entre as mulheres que convivem com fumantes, principalmente seus maridos, há um risco 30% maior de desenvolver câncer de pulmão em relação àquelas cujos maridos não fumam. Além disso, o risco de infarto , embolia pulmonar e tromboflebite em mulheres jovens que usam anticoncepcionais orais e fumam chega a ser dez vezes maior que o das que não fumam e usam esse método contraceptivo.

As gestantes também devem ficar alertas. Abortos espontâneos, nascimentos prematuros, bebês de baixo peso, mortes fetais e de recém-nascidos, complicações com a placenta e episódios de hemorragia ocorrem mais frequentemente quando a mulher grávida fuma. Tais problemas se devem, principalmente, aos efeitos do monóxido de carbono e da nicotina exercidos sobre o feto, após a absorção pelo organismo materno.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Supernova lança estrela de nêutrons a 8 mi de km/h

     Na área inferior direita da imagem, pode ser vista a estrela de nêutrons jogada como uma "bala" pela explosão da estrela


O telescópio Chandra captou uma imagem em raio-X da nebulosa N49 que mostra uma estrela de nêutrons "em fuga" a 8 milhões de km/h após ser lançada pela explosão de uma estrela supermassiva (supernova). Segundo astrônomos da Universidade de Penn - que utilizaram o telescópio administrado pela Nasa e pela Universidade de Harvard - a nebulosa fica na Grande Nuvem de Magalhães.

De acordo com os cientistas, o telescópio observou a N49 por cerca de 30 horas e identificou uma espécie de "bala" disparada após a supernova. Esse objeto é conhecido como estrela de nêutrons ou repetidor leve de raios gama (SGR, na sigla em inglês), uma fonte de raios gama e X.

Além disso, esses corpos possuem campos magnéticos muito poderosos e são muitas vezes criados nessas explosões, ou seja, o SGR certamente foi criado pela supernova. Segundo os cientistas, esse fenômeno mostra como a explosão que destruiu a estrela mais velha foi altamente assimétrica.

Os cientistas afirmam ainda que os dados do telescópio Chandra indicam que a nebulosa tem cerca de 5 mil anos e a energia da explosão é estimada em aproximadamente duas vezes o de uma supernova normal.
 
 Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/

Estudo: explosão de raios-X era buraco negro "comendo"

      Duas imagens (em destaque) mostram que antes de 2006 (na imagem à esquerda) o buraco negro no centro da galáxia de Andrômeda estava "calmo". Mas, em janeiro daquele ano (direita), ocorreu uma explosão de raios-X e foi observado mais uma fonte de matéria no buraco negro. Estudo indica que essa explosão foi resultado de uma grande captura de matéria

Um estudo que analisou imagens registradas em raio-X pelo telescópio Chandra em mais de 10 anos de um buraco negro no centro da galáxia de Andrômeda indica que de 1999 até janeiro de 2006 esse buraco negro passou por um período "calmo", mas, em 6 de janeiro de 2006, ele começou a aparecer 100 vezes mais brilhante nas imagens, o que indica uma explosão de raios-X. Segundo a pesquisa, essa mudança indica uma taxa relativamente alta de matéria sendo absorvida, ou seja, que o buraco negro estava "comendo".
De acordo com a administração do Chandra, antes de 2006, eram claramente visíveis três fontes de matéria que era capturada pelo buraco negro, mas, após a mudança na intensidade, foi observado mais uma fonte produzida por essa matéria que estava sendo absorvida.
Após o evento, o buraco negro novamente entrou em um estado mais "calmo", mas ainda assim ele estava cerca de 10 vezes mais "brilhante" que antes de 2006. Segundo os cientistas, é a primeira vez que um evento desse tipo é observado em uma galáxia próxima à Via Láctea.
Assim como o buraco negro do centro de Andrômeda, o da Via Láctea é surpreendentemente calmo. Na verdade, de acordo com os pesquisadores, o buraco negro de Andrômeda é entre 100 e 1000 vezes mais fraco - quando observado em raio-X - do que os astrônomos esperavam.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/

Coquetel anti-HIV reduz casos de infecção em 92%

O risco de pessoas com HIV transmitirem o vírus da AIDS foi reduzido em 92% enquanto elas tomavam medicamento antirretrovirais, segundo pesquisa publicada nesta quinta-feira. O estudo abre a possibilidade da utilização desse coquetel na prevenção do HIV, além de apenas no tratamento.

O trabalho, liderado por Deborah Donnel da Universidade de Washington e do Fred Hutchinson Cancer Research Center em Seattle, foi publicado pelo jornal britânico "The Lancet". O levantamento foi feito com 3.381 casais heterossexuais, em sete países africanos. Em cada um desses casais havia um parceiro soropositivo.

Após 24 meses, 103 pessoas haviam sido infectadas pelo HIV. Desse total, apenas uma das transmissões foi causada por um parceiro que estava tomando antirretrovirais. Nos outros casos, as pessoas estavam tomando placebos. Segundo os autores do estudo, a utilização desse tipo de medicamento reduz o risco de infectar outra pessoa.

O estudo focou-se apenas nas relações heterossexuais. Não foram observados outros modos de transmissão do vírus, como o sexo anal, o compartilhamento de agulhas ou de mãe para feto.

Fonte: http://www.band.com.br/jornalismo/saude