segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Morre a mãe do narrador Sílvio Luiz


Faleceu na manhã de hoje(10/01), em São Paulo, a sra. Natália Perez de Souza, nome verdadeiro da apresentadora Elizabeth Darcy. Estava com 97 anos.

Começou a sua carreira na antiga TV Paulista, Canal 5, como apresentadora e garota-propaganda. Depois foi para a Tupi e sempre foi considerada uma das figuras mais elegantes da televisão brasileira.


Mãe de Verinha Darcy, já falecida, e do narrador esportivo Silvio Luiz, o seu corpo será velado a partir deste domingo na Beneficência Portuguesa, no bairro do Paraíso, em São Paulo.



Fonte: http://www.blogtv.uol.com.br/

domingo, 10 de janeiro de 2010

Descoberta de planeta habitável é iminente, dizem astrônomos

Astrônomos afirmam que estão à beira de encontrar planetas semelhantes à Terra em órbita de outras estrelas, um passo essencial para determinar se estamos sozinhos no Universo.

Um alto funcionário da Nasa e outros importantes cientistas dizem que, dentro de quatro ou cinco anos, o primeiro planeta semelhante à Terra e capaz de abrigar vida deve ser encontrado, ou talvez até já tenha sido. Um planeta com o tamanho aproximado da Terra pode até mesmo ser anunciado ainda este ano, se certas pistas detectadas por um telescópio espacial se confirmarem.

Na reunião anual da Associação de Astronomia dos Estados Unidos, cada uma das descobertas a respeito de "exoplanetas" - os localizados fora do Sistema Solar - aponta para a mesma conclusão: planetas onde a vida pode surgir provavelmente abundam, a despeito da violência do ambiente espacial, repleto de explosões, buracos negros e colisões.

O novo telescópio espacial Kepler, da Nasa, e diversas novas pesquisas do campo, que de repente se tornou altamente competitivo, da exoplanetologia geraram um notável burburinho na convenção. Cientistas falam que hoje estão num  "ponto incrivelmente especial da história", e perto de descobrir a resposta para a pergunta que incomoda a humanidade desde os primórdios da civilização.

"A pergunta fundamental é: estamos sós? Pela primeira vez, há otimismo de que em algum ponto, dentro de nosso tempo de vida, vamos chegar à resposta para isso", disse Simon Worden, astrônomo e chefe do Centro de Pesquisa Espacial Ames, da Nasa. "Se eu fosse de apostar, e sou, apostaria que não estamos sós, que há um monte de vida".

Até mesmo a Igreja Católica realizou conferências científicas sobre a possibilidade de vida extraterrestre, incluindo um simpósio em novembro passado. 

"Estas são grandes questões que refletem sobre o significado da raça humana no Universo", disse o padre José Funes, diretor do Observatório do Vaticano, que participa da reunião de astrônomos dos EUA.
Worden disse que "com certeza, espero que dentro de quatro ou cinco anos teremos um planeta do tamanho da Terra dentro de uma zona habitável".

O centro dirigido por Worden controla o telescópio Kepler, que está fazendo um intenso recenseamento planetário.

Diferente do Telescópio Espacial Hubble, que é um instrumento genérico, o Kepler é um telescópio especializado na caça de planetas. Seu único instrumento é um fotômetro que mede o brilho de mais de 100.000 estrelas simultaneamente, em busca de qualquer coisa que faça uma estrela perder brilho. Esse enfraquecimento pode ser sinal de um planeta passando diante da estrela.

Qualquer planeta apto a abrigar vida quase que certamente será rochoso, não gasoso. E precisaria estar no lugar certo. Planetas muito próximos de uma estrela seriam quentes demais, e os muito distantes, excessivamente frios.

"Para todo lugar que olhamos, achamos um planeta", disse o astrônomo Scott Gaudi, da Universidade Estadual de Ohio. "Eles aparecem em todo tipo de lugar, em todo tipo de ambiente".

Pesquisadores estão encontrando planetas num ritmo alucinante. Nos anos 90, eram descobertos um ou dois planetas ao ano. Na maior parte da década passada, a taxa chegou a um ou dois planetas ao mês.
Neste ano, os planetas estão surgindo num ritmo diário, graças ao Kepler. O número de exoplanetas descobertos já supera os 400. Mas nenhum deles tem as características corretas para a vida.
Isto tende a mudar, afirmam os especialistas.

"Do Kepler, temos fortes indicações de planetas menores em grande quantidade, mas elas não foram verificadas ainda", disse Geoff Marcy, da Universidade da Califórnia em Berkeley.

Mas há uma importante ressalva. A maioria dos primeiros candidatos a exoplaneta do Kepler estão se revelando outras coisas que não planetas, como uma segunda estrela passando na frente da primeira, disse o cientista Bill Borucki.

O Kepler está se concentrando em cerca de 0,25% do céu noturno, analisando estrelas a distâncias de centenas a milhares de anos-luz. Os planetas descobertos por ele são muito distantes para que se possa viajar até eles, e não podem ser observados diretamente, como os que se encontram no Sistema Solar.

Se houver um planeta como a Terra na área de busca do Kepler, o telescópio o encontrará, disse Marcy. Mas podem ser necessários até três anos para confirmar a órbita de um planeta.

O que o Kepler confirmou até agora aponta para a ideia de que há muitas outras Terras. Antes do telescópio espacial, esses corpos eram pequenos demais para serem vistos.  Borucki, nesta semana, anunciou a descoberta de cinco novos exoplanetas, em apenas seis semanas de observações. Mas esses planetas são muito grandes e estão no lugar errado para serem como a Terra.

Quando o Kepler olhou para 43.000 estrelas que são praticamente do mesmo tamanho que o Sol, determinou que cerca de dois terços delas parecem ser tão amigáveis para a vida e estáveis como a nossa.

Marcy, que anunciou a descoberta de um planeta apenas quatro vezes maior que a Terra, não gosta de especular sobre quantas estrelas podem ter planetas semelhantes à Terra. Mas, quando pressionado, disse, na quinta-feira, 7: "70% de todas as estrelas têm planetas rochosos".

Embora os astrônomos da convenção estejam otimistas, Marcy é mais cético, assim como Jill Tarter, diretora do Instituto SETI, que busca vida inteligente fora da Terra. Eles dizem que, a despeito de todo o otimismo, ainda é possível que a busca deixe todos de mãos vazias.


Fonte: Associated Press

Ainda não conhecemos nosso lugar no Universo

Moisés de Freitas


Graças às novas tecnologias desenvolvidas ao longo dos últimos 20 anos, a capacidade de encontrar exoplanetas - planetas que circundam outras estrelas que não o Sol - fez com que esse campo de pesquisas saltasse das conjecturas para a contagem direta de corpos celestes antes considerados meras especulações.
Mas estas tecnologias são novas e precisam de refinamentos. Isto tem feito com que, até agora, só tenham sido encontrados planetas gigantescos e quentes, orbitando suas estrelas a ponto de quase tocá-las.

O Telescópio Espacial Kepler é a mais poderosa dessas novas ferramentas e já apresentou suas primeiras descobertas. Mas ele deverá ser o primeiro a encontrar "outras Terras," exoplanetas circundando suas estrelas em órbitas que permitam condições de vida semelhantes às da Terra.

Até lá, o campo continuará dependente de cálculos. Outros pesquisadores já fizeram suas contas e concluíram que nosso Sistema Solar é muito especial - suas simulações levaram-nos a crer que 1% dos sistemas planetários da Via Láctea seriam semelhantes ao nosso.

Agora, uma nova pesquisa elevou esse número para impressionantes 15%. O mesmo pesquisador já havia feito um cálculo que resultara em 45%.

Segundo a análise, apresentada durante a reunião da Sociedade Astronômica dos Estados Unidos, em Washington, 15% de todas as estrelas em nossa galáxia compõem sistemas solares como o nosso, que conta com diversos planetas gigantes gasosos em sua parte mais externa.

Mas o novo estudo parece demonstrar mais a fragilidade dos cálculos e projeções do que fornecer qualquer novo alento às buscas por outras formas de vida - a conclusão foi tirada do estudo de um único sistema extrassolar.

"Apesar dessa determinação inicial de 15% ser baseada em apenas um único sistema como o Sistema Solar, e de o número final poder mudar consideravelmente, nosso estudo indica que podemos começar a fazer tais medidas com os instrumentos de que dispomos hoje", disse Scott Gaudi, da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos.

Ainda hoje é fácil encontrar cientistas que se opõem à busca por civilizações fora da Terra - o Programa Seti somente sobreviveu graças a doações de particulares.

No meio científico, contudo, nenhum preconceito sobrevive às evidências - e a enxurrada de exoplanetas encontrados está alavancando novas pesquisas.

E as evidências parecem dar mais sustentação às novas pesquisas do que cálculos estatisticamente questionáveis - os 15% de agora não parecem ser muito mais seguros do que o 1% de antes, fazendo parecer ridícula a afirmação do pesquisador de que "Agora conhecemos nosso lugar no Universo."

De fato, não conhecemos nosso lugar no Universo e, menos ainda, quantos lugares como o nosso existem espalhados não apenas por nossa galáxia, mas, no mínimo, pelo grupo de galáxias do qual fazemos parte.

Se as conclusões parecem exageradamente pretensiosas, o mérito da pesquisa é grande. Os resultados do estudo derivam de uma colaboração internacional chamada Microlensing Follow-Up Network (MicroFUN), que tem como objetivo vasculhar o céu em busca de exoplanetas.

Os pesquisadores usam um efeito conhecido como microlente gravitacional, que ocorre quando uma estrela passa na frente da outra, conforme vistas da Terra. A estrela mais próxima amplifica a luz da mais distante, como se fosse uma lente.

Se a estrela mais próxima tiver planetas em órbita, eles aumentam ligeiramente o efeito de ampliação quando passam pelo campo de observação dos instrumentos terrestres.

Esse método é especialmente adequado para detectar planetas gigantes nos extremos de sistemas estelares - planetas parecidos com Júpiter. Talvez uma explicação - a deficiência da tecnologia - para que apenas um sistema solar parecido com o nosso tenha sido detectado até agora. O que lança ainda mais dúvidas sobre a segurança dos cálculos agora apresentados.

A pesquisa é resultado de uma década de estudos. Há dez anos, o astrônomo escreveu sua tese de doutorado a respeito de um método para calcular a probabilidade da existência de planetas extrassolares. Na época, ele concluiu que menos de 45% das estrelas poderiam conter configurações semelhantes à do Sistema Solar.

Em dezembro de 2009, Gaudi estava analisando o espectro de propriedades dos planetas extrassolares encontrados até então, junto com Andrew Gould, professor de Astronomia da Universidade do Estado de Ohio, quando descobriram inesperadamente um padrão.

"Basicamente, verificamos que a resposta já estava na tese de Scott. Ao inserir os últimos quatro anos de dados do MicroFUN nos cálculos feitos há dez anos, conseguimos estimar as frequências dos sistemas planetários", disse Gould.

O estudo é sério e foi muito bem feito. Mas as conclusões devem ser vistas com cautela. Com a mesma cautela dos inúmeros outros que tentaram, por meio de cálculos sem embasamento adequado, impedir ou denegrir os estudos que buscam vida fora da Terra.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Brasil é 38º em ranking internacional de qualidade de vida





O Brasil é o 38º país do mundo em qualidade de vida, segundo um ranking com quase 200 países publicado pela revista americana International Living.

A liderança do ranking, que leva em consideração nove itens - custo de vida, cultura e lazer, economia, ambiente, liberdade, saúde, infraestrutura, segurança e risco e clima - ficou com a França, pelo quinto ano consecutivo.

O Brasil subiu da 43ª posição no ranking de 2009 para a 38ª neste ano. Em 2008, o país havia ficado na 39ª posição.

As melhores avaliações do Brasil ficaram nos quesitos liberdade (83 pontos de 100 possíveis), risco e segurança (83) e clima (82). Os itens mais mal avaliados foram lazer e cultura (58 pontos de 100 possíveis) e infraestrutura (59).

Apesar disso, entre o ranking do ano passado e o deste ano, as notas para infraestrutura passaram de 47 para 59, enquanto a avaliação para a economia foi de 45 para 65.

O Uruguai, na 19ª posição do ranking, foi o país latino-americano mais bem avaliado, apesar de ter caído seis posições em relação ao ranking de 2009.

A Argentina, que caiu cinco posições e aparece em 26º lugar no ranking deste ano, é o segundo melhor país da região em termos de qualidade de vida, segundo a International Living.

À frente do Brasil no ranking, entre os latino-americanos, aparecem ainda Chile (31º lugar), Costa Rica (33º) e Panamá (34º). O Equador aparece apenas uma posição atrás do Brasil (39º), enquanto o México é o 46º colocado no ranking.

Entre os países mais bem avaliados, a Austrália pulou da quinta para a segunda posição no ranking entre o ano passado e este, enquanto a Alemanha subiu do oitavo para o quarto lugar.

Os Estados Unidos, por outro lado, caíram da terceira para a sétima posição.

O Japão, segundo país mais rico do mundo, aparece apenas no 36º lugar, apenas duas posições acima do Brasil.

O último lugar do ranking é ocupado pela Somália. Entre os 15 últimos do ranking, apenas um - Afeganistão - não é um país africano.

Obama indica transexual para cargo federal

Quando ainda era candidato a presidente dos Estados Unidos, Barack Obama prometia “mudança” para o país. Após um ano no cargo, conseguiu alguns sucessos, como a reforma do sistema de saúde, mas ainda enfrenta os mesmos problemas de seus antecessores em outras áreas. No recrutamento de funcionários públicos, entretanto, Obama é mesmo um inovador, e se tornou o primeiro presidente da história do país a indicar um transexual para um cargo de confiança.

A nova empregada do Estado americano é Amanda Simpson, de 46 anos, que até os 39 vivia como Mitch Simpson. Segundo o site da televisão americana Fox News, citando o jornal Arizona Daily Star, Mitch se tornou Amanda em 2002, quando gastou US$ 70 mil em seis cirurgias para se tornar mulher.



Amanda, que começou a trabalhar no escritório de Indústria e Segurança do Departamento de Comércio dos EUA nesta terça-feira (6), é, há três anos, membro da diretoria do Centro Nacional de Igualdade de Trânsgeneros (NCTE, na sigla em inglês). Ao site da organização, Amanda disse estar “realmente honrada” com a contratação. “Espero que logo [o governo federal] tenha centenas de transgêneros, e que a minha indicação crie oportunidades para muitas pessoas”, afirmou ela.

À rede de televisão ABC News, Amanda disse estar apreensiva pois muitas pessoas podem achar que ela foi indicada apenas por sua opção sexual, e não por seus méritos. “Ser a primeira ou uma das primeiras é muito ruim. Eu prefeiria não estar nessa posição, mas alguém tem que estar”, afirmou ela.

As dúvidas sobre a capacidade de Amanda somem com uma breve análise de seu currículo. Ex-piloto com 20 anos de experiência, Amanda trabalhou por 30 anos na indústria de defesa e aeroespacial. Ela é formada em Física, Engenharia e Administração e, antes de ser contratada pelo Departamento de Comércio, atuava no setor de tecnologia avançada da Raytheon, uma fabricantes de mísseis em Tucson, no Estado americano do Arizona. 


De acordo com a Fox News, Simpson ficou famosa em 2004, quando se tornou a primeira transexual a vencer uma eleição primária nos Estados Unidos. Ela disputava, pelo partido Democrata, um cargo na Câmara de Representantes do Arizona (equivalente aos deputados estaduais no Brasil), mas acabou sendo derrotada na eleição geral.

Amanda Simpson é a primeira transexual indicada por um presidente, mas não é a primeira em um cargo federal. O primeiro foi o advogado Diego Sánchez, nascido como mulher, contratado em 2008 como conselheiro de Barney Frank, um membro da Câmara dos Representantes abertamente gay.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/

Criança também sofre com pressão alta

No Brasil, o problema já afeta a infância de mais de 3 milhões 

Engana-se quem pensa na hipertensão como um problema de gente grande. Sim, as crianças também podem ter a pressão nas alturas. E em grandes proporções: estima-se que a doença atinja 5% dos brasileirinhos, o que dá mais de três milhões de crianças.

Em todas as idades, ela pode ser de dois tipos: secundária, quando é conseqüência de alguma doença, ou primária, quando não tem causa aparente. Enquanto no adulto, na enorme maioria das vezes, a hipertensão é de causa desconhecida, na criança a chance de existir uma causa para a hipertensão é maior , explica o cardiologista Heno Lopes, do Instituto do Coração, em São Paulo.

Nos mais novos, o grande vilão costuma ser o estilo de vida, incluindo sedentarismo, má alimentação e excesso de peso. Mas nesses pequenos pacientes os valores que valem para os adultos não se aplicam. Somente o médico pode dizer se a criança é hipertensa, levando em conta outros fatores como idade, sexo e estatura.


O problema é sério: grande parte dos adultos hipertensos começaram a desenvolver o problema lá na infância. Por isso a criança deve ter sua pressão monitorada pelo pediatra pelo menos uma vez ao ano a partir dos três anos. E os cuidados devem começar bem cedo, ainda na barriga da mãe. Afinal, estudos mostram a relação entre o desenvolvimento durante a gestação, a dieta da mãe e do bebê nas doenças cardiovasculares.

Fonte: http://msn.minhavida.com.br/

Obesidade é estopim para desenvolvimento de câncer

Na guerra contra os quilos extras, pouca gente sabe que o impacto no espelho é o de menos. Atualmente, pesquisas e mais pesquisas não cessam de apontar a obesidade como o gatilho de uma série de males que, aparentemente, nada tem a ver com o peso. Aí estão incluídos o diabetes, o colesterol alto e a hipertensão. 

Esse pacote de doenças foi batizado de síndrome metabólica, um perigoso conjunto de problemas que dispara o risco de problemas mais sérios, como um infarto. Tudo porque a gordura, principalmente a depositada na região do abdômen, ao ser quebrada para manter o metabolismo corporal, promove uma série de reações que perturbam o trabalho do fígado. Como resultado, esse órgão despeja ainda mais gorduras na corrente sangüínea, aumentando o risco dos temidos entupimentos que estão por trás de infartos e derrames.

Além disso, o excesso de lipídios em circulação também prejudica a entrada de glicose nas células, levando a um quadro chamado resistência à insulina. A longo prazo, isso pode detonar o diabetes. Não à toa, atualmente todos os médicos recebem os pacientes para consultas de rotina com uma fita métrica em mãos. O diâmetro da cintura preocupa mais do que o peso ou o IMC , enfatiza o endocrinologista Henrique Suplicy, presidente da Abeso (Associação Brasileira para Estudos da Obesidade e da Síndrome Metabólica).

Os órgãos sobrecarregados aumentam a freqüência cardíaca e elevam a pressão arterial. Como se tudo isso fosse pouco, o excesso de gordura também aumenta os níveis de insulina e de estrogênio, um hormônio que acelera a reprodução celular. E isso pode ser o estopim de vários tumores. Por tudo isso, atualmente, a obesidade está sendo chamada de a doença das doenças , diz o endocrinologista Daniel Lerario, de São Paulo.

Sabe-se que os genes também estão por trás da síndrome, mas os hábitos de vida fazem toda a diferença. Por isso, se você não tem uma genética favorável, é preciso investir numa dieta balanceada e em uma rotina de exercícios para evitar a subida dos ponteiros e dos problemas.

Você tem síndrome metabólica?
A resposta é positiva se assinalar pelo menos três destes fatores:

Diâmetro da cintura:
Acima de 102 para homens
Acima de 88 para mulheres

Triglicérides acima de 150 mg/dl

HDL

Abaixo de 40 mg/dl nos homens
Abaixo de 50mg/dl nas mulheres

Pressão arterial
Acima de 130x85

Glicose sangüínea
Acima de 110 mg/dl (miligramas por decilitro)

Fonte: I Diretriz Brasileira de Diagnóstico e Tratamento da Síndrome Metabólica (I-DBSM), 2005

            http://msn.minhavida.com.br/

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Tumbas de 2500 anos são encontradas no Egito

Descobertas podem revelar como vivia a antiga classe média do país, segundo arqueólogo 

Duas tumbas de 2500 anos em uma necrópole perto do Cairo prometem revelar mais sobre a antiga classe média do Egito, disse nesta terça-feira, 05, o principal arqueólogo do país, Zahi Hawass.

As tumbas da vigésima sexta dinastia, que governou o Egito desde cerca de 664 AC até 525 AC, foram encontradas perto da entrada de um sítio arqueológico no cemitério de Saqqara, 30 km ao sul do Cairo.

"Estas tumbas pertenceram a famílias egípcias de classe média, não a realeza, e não têm nomes sobre elas. Foram reutilizadas por várias pessoas e podem oferecer montanhas de informação sobre os costumes funerários e a religião nesse tempo", disse a Reuters o chefe de antiguidades do Egito, Zahi Hawass, que preside a equipe arqueológica do país.

Uma das tumbas consiste em um complexo de habitações e corredores unidos a um salão maior esculpido em uma rocha.

Apesar de provavelmente terem sido saqueadas no final do período romano, as tumbas ainda contêm caixões, restos humanos e animais mumificados. "Saqqara ainda possui vários segredos", comentou Hawass. 

Fonte: Reuters


Senado autoriza acúmulo de passagens para parlamentares


Marina Mello
No dia 21 de dezembro do ano passado, perto do recesso parlamentar, foi publicado no Boletim Administrativo do Senado um ato da mesa diretora que autoriza os senadores a acumular o que sobrou de sua cota de passagens de um ano para o outro. Antes disso, também em 2009, quando a opinião pública estava voltada aos abusos do Congresso Nacional, outro ato da mesa foi publicado proibindo este acúmulo.

Desta forma, em 2010, ano eleitoral, quando os políticos realizam um número grande de viagens para fazer campanha em todo o País, será permitido usar como crédito o que não foi utilizado pelo parlamentar em 2009.

"Fica excepcionalmente autorizada a utilização dos créditos da verba de transporte aéreo disponíveis em 31 de dezembro de 2009 ao longo do exercício de 2010", diz o ato da Mesa que entrou em vigor no dia de sua publicação.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/

Telescópio Hubble capta imagem mais profunda do universo


 Foto: AFP
 

 Na imagem, no quadro superior à esquerda, o objeto menor e um outro sob a cor vermelha representam galáxias que correspondem a uma distância entre 12,9 bilhões e 13,1 bilhões de anos


A Nasa, agência espacial americana, e a ESA, agência espacial europeia, divulgaram nesta terça-feira a imagem mais profunda já fotografada do universo. A foto foi captada através da câmera em infravermelho do telescópio espacial Hubble. As informações são da agência AFP.

Na imagem, no quadro superior à esquerda, o objeto menor e um outro sob a cor vermelha representam galáxias que correspondem a uma distância entre 12,9 bilhões e 13,1 bilhões de anos.

Segundo as agências espaciais, galáxias com esse tempo de distância jamais haviam sido observadas. Os cientistas explicaram que elas são muito menores do que a Via Láctea - a galáxia da Terra - e possuem uma população de estrelas que pode ser enxergada nos pontos de coloração azul.